Globalização
Guilherme Durans
Crítica social e cultural em "Globalização" de Guilherme Durans
A música "Globalização" de Guilherme Durans faz uma crítica direta aos efeitos da globalização, destacando como o avanço tecnológico e a presença de multinacionais ampliam a desigualdade social e incentivam o consumismo. O verso “Tecnologia de forma brutal, aumentando a exclusão em escala mundial” mostra que, apesar do progresso, muitos continuam excluídos dos benefícios prometidos, reforçando que o desenvolvimento não é distribuído de forma justa. A repetição de “A galera não importa, o que importa é o capital” enfatiza a crítica ao sistema capitalista, onde o lucro é colocado acima do bem-estar das pessoas.
A letra traz exemplos do cotidiano para ilustrar a dominação cultural estrangeira, como o consumo de produtos e marcas internacionais: “Vinho francês, charuto cubano, terno italiano, iPhone americano”. Também cita a preferência por artistas globais: “Eu ouço Justin Bieber e também ouço metálica”. Essas referências mostram como a cultura ocidental se impõe sobre a local, muitas vezes apagando identidades e tradições nacionais. Ao mencionar empresas como Sony Music e plataformas como Spotify, Durans evidencia o papel da tecnologia e das grandes corporações na propagação dessa cultura globalizada. Assim, a música propõe uma reflexão crítica sobre os impactos do consumismo e da globalização, tanto no aspecto econômico quanto cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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