
Telhados do Mundo
Guilherme Lamounier
Liberdade e autoconhecimento em "Telhados do Mundo"
Em "Telhados do Mundo", Guilherme Lamounier explora temas de liberdade e autoconhecimento, refletindo o espírito psicodélico e libertário dos anos 1970. O verso “subo nos telhados do mundo, fora dos limites do olhar” expressa o desejo de ir além do que é visível e permitido, buscando novas perspectivas e experiências. As imagens como “um mar de gelatina espelha o sol” e “flocos de açúcar no céu” reforçam essa atmosfera onírica e experimental, sugerindo uma realidade onde o comum se mistura ao fantástico, característica marcante da época e do movimento contracultural.
A repetição de “não interessa saber o que vocês pensam de mim por aí, só interessa saber quem sou, ou o que não sou por aqui” evidencia a busca por autenticidade e a rejeição dos julgamentos externos. Essa postura dialoga diretamente com os valores do movimento hippie, que defendia a liberdade individual e a experimentação como caminhos para o autoconhecimento. A colaboração entre Guilherme Lamounier e Tibério Gaspar é fundamental para o tom da música, unindo imagens poéticas a questionamentos existenciais. O trecho “eu quero o que não sei, mas, eu quero” resume o convite da canção: explorar o desconhecido e viver sem medo das limitações impostas pela sociedade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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