
Feitos de Música
Guilherme Lamounier
A celebração do amor simples em "Feitos de Música"
Em "Feitos de Música", Guilherme Lamounier retrata o encontro amoroso com uma sensibilidade que se destaca pelo uso de imagens da natureza, como "gosto de chuva e de terra molhada" e "gota de orvalho". Essas referências aproximam o sentimento do cotidiano e reforçam a proposta do álbum de 1973, que une folk e rock para valorizar a simplicidade e a conexão com o ambiente ao redor. O verso "essas flores que nascem na beira da estrada" mostra que o amor pode surgir de forma espontânea, mesmo em lugares inesperados, destacando a beleza natural e despretensiosa dos sentimentos verdadeiros.
A repetição de "essa coisa gostosa que nos acontece" e a frase "não preciso de mais nada" expressam um estado de plenitude, em que o amor é suficiente para preencher a vida. O trecho "nada é mais que tudo quando estamos sós" reforça essa ideia de completude, indicando que, para o casal, a intimidade compartilhada é mais importante do que qualquer coisa externa. Ao afirmar "somos feitos de música", Lamounier e o letrista Tibério Gaspar elevam o relacionamento a uma experiência artística, sugerindo que o amor é harmonia, melodia e criação constante. Essa visão reflete a trajetória do artista, sempre atento à beleza e à sofisticação presentes nas pequenas coisas do dia a dia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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