É Só Patron
Guina PR
Realidade e dilemas do crime em “É Só Patron” de Guina PR
A música “É Só Patron”, de Guina PR, retrata a vida no tráfico de drogas nas regiões de Guaíra, Umuarama e Pedro Juan Caballero, conhecidas pelo intenso movimento do crime organizado. A letra vai além da ostentação e mostra como o título de "patron" representa não só poder e status, mas também uma rotina marcada por riscos constantes. Elementos como charuto cubano, uísque caro e mansão com piscina aparecem como símbolos de conquista, mas o artista deixa claro que esse luxo tem um preço alto: “o dinheiro cheira a funeral”, indicando que a riqueza vem acompanhada de perdas e violência. Guina PR menciona a morte do pai e do irmão, além da preocupação da mãe, mostrando o impacto direto do crime na vida familiar.
O refrão e outros versos reforçam a tensão permanente dessa realidade: “Até que um dia a bala me parar / Se eu morrer, vem outro em meu lugar”. Essa frase evidencia a consciência de que o ciclo do crime é repetitivo e difícil de romper, mesmo para quem alcança respeito e admiração. A letra também faz referência ao tráfico internacional ao citar “fazer os produtos chegar pelo asfalto, céu e mar”, mostrando a ousadia e a organização dos envolvidos. No geral, Guina PR não romantiza o crime, mas expõe o dilema de quem, mesmo ciente dos riscos, permanece nesse caminho por falta de alternativas ou por já estar profundamente envolvido, sempre em busca de respeito e uma vida melhor, mesmo que passageira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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