
Sympathy For The Devil
Guns N' Roses
A dualidade humana em "Sympathy For The Devil" dos Guns N' Roses
Em "Sympathy For The Devil", os Guns N' Roses apresentam a música pela perspectiva do próprio Diabo, provocando o ouvinte a enxergar o mal como parte da própria humanidade, e não apenas como algo externo. A letra percorre eventos históricos marcantes, como a crucificação de Jesus, a Revolução Russa e a Segunda Guerra Mundial, mostrando o Diabo como testemunha e manipulador das tragédias humanas. O verso “I shouted out 'Who killed the Kennedys?' / When after all / It was you and me” (“Eu gritei 'Quem matou os Kennedys?' / Quando, no final das contas / Fomos você e eu”) destaca a responsabilidade coletiva pelos grandes males, sugerindo que todos têm sua parcela de culpa.
O narrador, descrito como “um homem de riqueza e gosto”, traz um tom sarcástico e sofisticado, inspirado em obras como "O Mestre e Margarida" e nos poemas de Baudelaire, onde o Diabo é sedutor e elegante. A música explora a ambiguidade moral ao afirmar “Just as every cop is a criminal / And all the sinners saints / As heads is tails” (“Assim como todo policial é um criminoso / E todos os pecadores, santos / Como cara é coroa”), embaralhando as fronteiras entre bem e mal. O pedido final por “sympathy” e “taste” é irônico: ao exigir respeito, o Diabo revela a hipocrisia e a cumplicidade humana. Na versão dos Guns N' Roses, gravada em meio a conflitos internos na banda, a canção ganha ainda mais força, refletindo também sobre traições e tensões pessoais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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