Trator
Gype Strike
Humor e irreverência rural em “Trator” de Gype Strike
Em “Trator”, Gype Strike utiliza o trator como símbolo central para ironizar o padrão de ostentação comum no rap. Ao repetir “Eu tenho, eu tenho um Trator / Não é um Rolls-Royce, não é um Peugeot”, o artista troca os tradicionais carros de luxo por um veículo agrícola, subvertendo expectativas e adotando um tom debochado. O trator representa tanto a autenticidade rural quanto uma metáfora para potência sexual e domínio, especialmente nos versos de duplo sentido como “Segura vadia na minha mandioca / Agora pega na minha enxada”, onde ferramentas do campo ganham conotação sexual e reforçam o caráter provocador da música.
A letra também explora estereótipos do interior e do universo agro, citando a “filha de fazendeiro” e o Rio Grande do Sul, misturando desejo, interesse financeiro e rebeldia. Gype Strike utiliza palavrões e exageros para criar um clima de escárnio e desprezo pelas convenções sociais, como em “O pai dela é corno / Eu não tô nem aí / Plantando maconha / Atrás do quintal / Fudendo vadias / Eu não passo mal”. O humor ácido e a irreverência marcam a faixa, que satiriza a vida rural e transforma o cotidiano do campo em palco para excessos e transgressão. No fim, “Trator” é uma celebração irreverente da vida simples, marcada por ousadia, sarcasmo e crítica social.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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