
Who Has The Right?
Sammy Hagar
Reflexão sobre justiça e empatia em “Who Has The Right?”
A música “Who Has The Right?” de Sammy Hagar traz uma reflexão direta sobre o valor da vida humana e questiona quem realmente tem autoridade para decidir sobre ela. No trecho “How can we take away what we did not create / Beyond the power of the conscience / Beyond the power of the state” (“Como podemos tirar o que não criamos / Além do poder da consciência / Além do poder do Estado”), Hagar destaca que nem o Estado nem a consciência individual têm legitimidade para tirar uma vida. Esse questionamento ético centraliza a canção, mostrando que a decisão sobre a vida está além de qualquer instituição ou julgamento humano.
A letra também critica a banalização da violência e a indiferença diante da perda de vidas, como em “Tell me when did a human life become so cheap” (“Me diga, quando a vida humana se tornou tão barata”). Ao afirmar “Everyone's a victim and everyone's to blame / We are all so different, yet the same” (“Todos são vítimas e todos têm culpa / Somos todos tão diferentes, mas ainda assim iguais”), Hagar aponta para a responsabilidade coletiva e para a ligação entre liberdade e dignidade de cada pessoa. O refrão “Who has the right? No one has the right” (“Quem tem o direito? Ninguém tem o direito”) reforça o apelo à empatia e à justiça social, tornando a música um manifesto contra a violência e a favor do respeito à vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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