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Sol de Novembro

Halleck

Contrastes e crítica social em “Sol de Novembro” de Halleck

“Sol de Novembro”, de Halleck, explora a contradição entre a luz sugerida pelo título e o tom sombrio da letra. O verso “Sob o Sol, nada diferente” mostra que, mesmo sob a claridade, as situações negativas continuam, indicando um ciclo de repetição e estagnação. A música utiliza essa imagem para questionar a ideia de renovação, mostrando que, apesar da esperança associada ao sol, as mudanças reais não acontecem.

A letra aborda a repetição histórica de ódio, paranoia e a superficialidade das justificativas para a violência. Trechos como “Egos se disfarçam de ideais / A violência e a guerra, de instrumentos de paz” criticam a hipocrisia social e política, onde interesses pessoais são mascarados como causas nobres. No final, a frase “É preciso ter alguma fé no futuro / Mas esse futuro já chegou passado” resume o sentimento de desencanto, mostrando a dificuldade de acreditar em mudanças quando o presente repete os erros do passado. Metáforas como “abrir caminho no escuro” reforçam a sensação de incerteza e a busca por sentido em meio à desilusão.

Composição: Thiago Halleck. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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