História da Maçã (marcha/carnaval)
Haroldo Lobo
Ironia e crítica social em “História da Maçã (marcha/carnaval)”
“História da Maçã (marcha/carnaval)”, de Haroldo Lobo, faz uma releitura bem-humorada do episódio bíblico de Adão e Eva. A música começa desmistificando o mito ao afirmar: “A história da maçã / É pura fantasia”, deixando claro que a narrativa tradicional é vista como uma invenção divertida, não como verdade absoluta. O verso “Maçã igual aquela / O Papai também comia” aproxima o episódio sagrado do cotidiano, mostrando que a tal maçã não era nada especial e reforçando o tom de sátira típico das marchinhas.
A letra segue retratando Adão como alguém movido apenas pela fome, sem grandes dilemas, que “comeu a tal maçã” de forma simples. O humor aumenta quando a música diz que ele “comeu com casca e tudo / Não deixando nem semente”, exagerando a situação para criar uma imagem caricata. No final, surge uma crítica social sutil: “Depois botou a culpa / Na pobre da serpente”. Aqui, a canção ironiza a tendência humana de fugir da responsabilidade e culpar outros, um tema recorrente nas composições de Haroldo Lobo e Milton de Oliveira. Assim, a música transforma um mito religioso em uma sátira sobre comportamentos universais, usando a fantasia para abordar temas do cotidiano de forma leve e acessível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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