
Penhasco
Heitor Costa
Dor e superação no fim em "Penhasco" de Heitor Costa
Em "Penhasco", Heitor Costa utiliza a imagem do penhasco para ilustrar o fim de um relacionamento de forma intensa e direta. O verso “Quando segurei sua mão, você soltou a minha / E ainda me empurrou do penhasco” transforma a separação em uma queda repentina, transmitindo a sensação de abandono e traição. Essa metáfora centraliza a dor de confiar em alguém e, de repente, ser deixado para trás, o que reflete o contexto pessoal do artista, inspirado por uma separação amorosa.
A letra também aborda o esforço de superar o término, mesmo quando desapegar parece difícil. O trecho “Eu tive que desaprender a gostar tanto de você” revela a tentativa consciente de seguir em frente, apesar do sofrimento. No refrão, Heitor Costa deixa claro que, apesar da dor, não há espaço para ressentimento: “Eu não sinto raiva, eu não sinto nada além do que você já sabe”. A repetição de “E eu sei que chora / Não finge que não viveu toda nossa história” mostra que ambos ainda sentem a perda, mas precisam aceitar o fim. O tom melancólico e sincero da música, característico do arrocha, reforça a honestidade dos sentimentos e a dificuldade de romper com o passado, mesmo quando a razão pede para seguir adiante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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