
Marvada Pinga (Zenaide)
Henrique e Hernane
Humor e crítica sobre o álcool em “Marvada Pinga (Zenaide)”
“Marvada Pinga (Zenaide)”, de Henrique e Hernane, aborda de forma bem-humorada e popular o tema do consumo de cachaça como resposta à dor amorosa, um elemento tradicional na cultura sertaneja. A letra explora a dualidade da “pinga”: ela aparece como um alívio temporário para o sofrimento, mas também como uma força destrutiva, capaz de causar situações embaraçosas e problemas sociais. Isso fica claro em versos como “Setenta capeta não faz o que a pinga faz” e “Faz homem dormir na escada da igreja / E não deixa ele entrar de vergonha”, que ilustram o poder e as consequências do álcool na vida do personagem.
O protagonista da música recorre à bebida para tentar esquecer Zenaide, deixando evidente a ligação entre frustração amorosa e o consumo excessivo de álcool: “É que a Zenaide me largou / Não esqueço do cheiro e nem do sabor... E pra parar com isso eu mergulho na pinga”. O uso de expressões coloquiais e o tom descontraído, como em “aceeeeita estâmu, que é leite” e “sapeca o estâmu e dizima as lumbriga”, reforçam o lado cômico da canção, mesmo ao tratar das consequências negativas do vício. No final, a frase “eu troquei a Zenaide por pinga” resume o dilema do personagem, que, apesar de não desejar esse destino, acaba se entregando à bebida como substituta do amor perdido. A música equilibra crítica e humor, mostrando como a “marvada pinga” pode ser tanto consolo quanto problema.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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