
Analfabeto e Poema
Henry Freitas
Reflexão sobre perda e autocrítica em “Analfabeto e Poema”
“Analfabeto e Poema”, de Henry Freitas, aborda o arrependimento e a saudade após o fim de um relacionamento, destacando a autocrítica do eu lírico diante da perda. O título resume bem a dinâmica do casal: ele se vê como "analfabeto", incapaz de compreender a profundidade e a beleza da parceira, representada como "poema". Essa metáfora central revela o sentimento de inadequação e a percepção de que não conseguiu valorizar o amor que tinha, reforçando o peso do arrependimento.
A letra enfatiza a solidão e a nostalgia de quem percebe tarde demais o valor da relação. Em versos como “O sábado é bom mas cadê a minha morena / Já não tem pipoca, já não tem cinema”, Henry Freitas mostra como a rotina perde o sentido sem a pessoa amada, evidenciando a ausência nos pequenos gestos do dia a dia. O verso “Eu virei um viajante do tempo / Preso no passado do sentimento” reforça o tom melancólico, indicando que o personagem está preso às lembranças e não consegue seguir em frente. No final, ao dizer “Procurou por alguém que aprenda”, a música sugere que a parceira buscou alguém mais maduro emocionalmente, enquanto ele reconhece sua própria imaturidade. Assim, a canção fala sobre aprendizado, autoconhecimento e a dor de crescer após perder alguém importante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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