
Eleonora
Hyldon
Relação entre natureza e amor em “Eleonora” de Hyldon
Em “Eleonora”, Hyldon utiliza metáforas ligadas à natureza, como “fruta do pomar” e “violeta do jardim de rosas”, para destacar a pureza, delicadeza e beleza únicas da personagem-título. Essas imagens reforçam a ideia de um sentimento amoroso quase etéreo, mostrando como o artista valoriza a leveza e a serenidade no relacionamento. Elementos como “nuvens ciganas” e “beija-flor que beija com tanto encanto a flor” criam uma atmosfera contemplativa e romântica, típica do estilo de Hyldon, e sugerem uma busca por um amor tranquilo, distante das dores do passado.
A letra também traz um convite claro para deixar para trás as “coisas tristes” e viver o amor de forma plena. O cenário descrito — lua cheia, estrelas, cabelo ao vento e praia ao relento — reforça a sensação de liberdade e intimidade, onde o sentimento surge de maneira natural e espontânea. Essa ligação entre natureza e emoção, muito presente no soul brasileiro dos anos 1970 e recorrente na obra de Hyldon, transforma “Eleonora” em uma celebração da simplicidade e da beleza dos momentos vividos a dois.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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