
Hino de Paulínia
Hinos de Cidades
Tradição, união e orgulho em “Hino de Paulínia”
O “Hino de Paulínia”, interpretado por Hinos de Cidades, destaca a forte ligação da cidade com a história do Brasil ao citar José de Anchieta logo no início. Essa referência ao padre jesuíta, figura central na catequização e colonização do país, reforça o orgulho dos moradores não só pelo presente, mas também por uma herança cultural que remonta aos primórdios da formação nacional. O hino valoriza o dinamismo, o amor ao trabalho e a hospitalidade do povo paulinense, exaltando as belezas naturais da cidade em versos como “céu cor de anil”, “mata é um verde esperança” e “flores de um raro matiz”. Além disso, reconhece o esforço coletivo de colonos, escravizados e imigrantes, ressaltando a importância do trabalho de todos na construção da riqueza local.
A letra adota um tom solene e celebrativo, especialmente ao convidar a comunidade a “ajoelhar e beijar este chão”, expressão que simboliza respeito e devoção à terra natal. O hino também destaca a hospitalidade de Paulínia ao afirmar que o “forasteiro” é recebido como “mais que um amigo, um irmão”, refletindo o espírito acolhedor da cidade. Ao mencionar o progresso construído por paulineses “de berço e adoção”, a canção reconhece tanto os nascidos quanto os que escolheram Paulínia para viver, reforçando a ideia de pertencimento e união. Dessa forma, o “Hino de Paulínia” celebra a identidade local, a valorização do trabalho coletivo e a integração entre tradição, natureza e desenvolvimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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