
Hino do Rio de Janeiro
Hinos de Estados
Orgulho e liberdade no “Hino do Rio de Janeiro”
O “Hino do Rio de Janeiro”, composto logo após a Proclamação da República em 1889, reflete o contexto de transformação política e social do Brasil. O verso repetido “Ódio eterno à escravidão!” destaca a rejeição ao passado escravocrata e o compromisso com os ideais abolicionistas e republicanos. A letra celebra a liberdade recém-conquistada e a esperança de um novo tempo, como em “Que na Pátria enfim liberta brilha a luz da redenção!”.
O hino também exalta o orgulho dos fluminenses, convocando-os à ação e à vigilância para proteger as conquistas da liberdade e da paz. Trechos como “nunca mais nesta terra virão cetros mostrar falsos brilhos” fazem referência à rejeição da monarquia e à valorização da república. Já “nossos peitos serão baluarte em defesa da Pátria gigante” reforça o sentimento de responsabilidade coletiva na construção de um país livre e justo. O uso de imagens como “Deste Sol, aos clarões diamantinos fugirá, sempre, sempre vencida” simboliza a vitória permanente da liberdade sobre a opressão. Assim, o hino não só celebra a história, mas também convoca os cidadãos a manterem vivos os valores de paz, amor e liberdade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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