
A Internacional
Hinos
A luta coletiva e a esperança em "A Internacional"
"A Internacional", interpretada por Hinos, é um hino marcante por sua convocação direta à ação coletiva e pela rejeição à dependência de líderes ou autoridades externas. Isso fica evidente no verso: “Senhores, patrões, chefes supremos / Nada esperamos de nenhum”, que expressa a autossuficiência dos trabalhadores. A letra foi escrita por Eugène Pottier após a derrota da Comuna de Paris, refletindo o contexto de luta e solidariedade entre trabalhadores, sentimento que também marcou eventos como a Greve Geral de 1917 no Brasil.
A música utiliza imagens fortes para denunciar as barreiras à emancipação dos trabalhadores, como em “A crosta bruta que a soterra”, e critica a elite exploradora ao mencionar “reis da mina e da fornalha”. O refrão “Bem unidos façamos / Nesta luta final / Uma terra sem amos / A Internacional” resume o ideal de uma sociedade igualitária, sem patrões, onde a terra pertence a quem a trabalha. O tom combativo aparece em versos como “Façamos greve de soldados / Somos irmãos, trabalhadores”, defendendo a união dos trabalhadores acima das divisões impostas. Além de denunciar injustiças sociais – “Crime de rico a lei o cobre / O Estado esmaga o oprimido” –, o hino propõe uma transformação radical, baseada em justiça, igualdade e autogestão. "A Internacional" segue como símbolo de resistência e da importância da luta coletiva por direitos e dignidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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