
Setembro
Hojerizah
Transições e incertezas em "Setembro" da Hojerizah
Em "Setembro", a Hojerizah utiliza o mês como símbolo de renovação e transformação, mas também de ambiguidade. Setembro marca a passagem do inverno para a primavera, representando tanto finais quanto começos. A letra explora essa dualidade ao questionar: “Onde cais, setembro?”, expressando incerteza sobre onde e como ocorrem as mudanças. O verso “Primavera negue a flor” reforça que nem toda renovação é imediata ou garantida, e que o florescimento pode ser adiado, contrariando expectativas naturais.
A canção traz uma atmosfera introspectiva, misturando imagens de festa e luto, alegria e melancolia, como em “o pesar que nega o frio ao riso convidar” e “serpentinas em luto”. Esses contrastes refletem o estilo pós-punk e neopsicodélico da banda, além de influências surrealistas, mostrando a complexidade das emoções humanas. Trechos como “Calem, entre os ventos que te cospem o ar” e sua variação com “peixes” evocam sufocamento e a busca por silêncio em meio ao caos. Já “um ponto a alcançar na dormência que expande o brilho do oceano” sugere o desejo de despertar ou encontrar sentido em meio à apatia.
Assim, "Setembro" usa a metáfora da transição para abordar momentos de mudança pessoal, o medo do desconhecido e a tentativa de expressar sentimentos profundos, mesmo que de forma indireta. A música convida à reflexão sobre os próprios limites e sobre como lidar com as transformações inevitáveis da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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