
Nobody But Me
Human Beinz
Confiança dançante em “Nobody But Me”, dos Human Beinz
Para Dave Marsh, era “a canção mais negativa a chegar ao Top 40”, por repetir “no” (não) mais de 100 vezes. Mas na versão dos Human Beinz, esse coro de “no-no-no” (não-não-não) vira batida vocal e mantra de confiança: é um grito de autoafirmação na pista. As linhas “Nobody can do the (Shing-a-ling) like I do / … the (Skate) … / (Boogaloo) … / (Philly) …” (Ninguém consegue fazer o shing-a-ling como eu faço / … o skate … / boogaloo … / philly …) listam modas de dança dos anos 60 e criam um clima de disputa amigável. A mensagem é direta, sintetizada em “Ain’t nobody do it but me.” (Ninguém faz isso além de mim.)
Lançada em 1967, a leitura dos Human Beinz para a canção dos Isley Brothers (1962) aposta no refrão martelado e no caráter percussivo — reforçado em estúdio pelo produtor Alexis de Azevedo, que chegou a percutir uma garrafa de Pepsi para acentuar o ritmo. O resultado é um convite ao desafio e à exibição, com duplo sentido discreto: além do “sou o melhor na pista”, o uso de “babe” (querida) adiciona um flerte confiante. Não há narrativa complexa; há bravata dançante feita para contagiar. Por isso, “Nobody But Me” acabou em cenas de energia e atitude em filmes como Kill Bill: Volume 1 e The Departed, consolidando-se como um hino de swagger e movimento dos anos 60.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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