
Olhos Abertos
Humberto Gessinger
Reflexão sobre escolhas e identidade em “Olhos Abertos”
“Olhos Abertos”, de Humberto Gessinger, aborda a sensação de alienação e o peso das escolhas não feitas. A música utiliza imagens como “um aparelho de tv ligado” no espelho para sugerir uma vida observada à distância, como se o eu lírico fosse espectador de si mesmo. O verso “tenho visto a lua cheia em cadeia nacional” reforça a ideia de experiências mediadas, mostrando que até momentos naturais parecem filtrados por uma lente artificial, o que evidencia uma desconexão entre o sentir autêntico e o mundo ao redor.
A repetição de “os caras que eu poderia ter sido, as caras que eu poderia ter tido” revela uma reflexão sobre identidades alternativas e caminhos não trilhados, trazendo à tona a melancolia por possibilidades perdidas. No refrão, “mas eu não quero sentir saudade de um futuro pela metade, de um futuro que já passou levando caras que eu não sou”, o eu lírico recusa se apegar a arrependimentos ou versões idealizadas do passado, preferindo encarar a realidade, mesmo que isso signifique noites em claro e olhos abertos “mais por vício do que vontade”. O contexto da colaboração entre Humberto Gessinger e o Capital Inicial, ambos conhecidos por letras introspectivas e críticas à sociedade, reforça o tom reflexivo da canção, que discute a busca de sentido diante da rotina e das expectativas externas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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