
Números
Humberto Gessinger
Reflexão sobre amor e estatísticas em “Números”
A música “Números”, de Humberto Gessinger, aborda como a sociedade está imersa em dados, estatísticas e medições em quase todos os aspectos da vida. A letra cita exemplos como “Última edição do Guiness Book”, “cinco extinções em massa” e “quatrocentas humanidades” para mostrar a tendência humana de tentar compreender o mundo por meio de registros e números, inclusive em eventos históricos e científicos. No entanto, ao perguntar repetidamente “E eu... o que faço com esses números?”, Gessinger expressa uma inquietação sobre a utilidade desses dados na vida pessoal e emocional, sugerindo que nem tudo pode ser reduzido a estatísticas.
A canção contrapõe a objetividade dos números à subjetividade dos sentimentos, especialmente no refrão: “A medida de amar é amar sem medida”. Essa frase, repetida ao longo da música, reforça a ideia de que o amor não pode ser quantificado, ao contrário de conceitos como “velocidade máxima permitida” ou “dívida externa”. Ao mencionar situações cotidianas e referências culturais, como “Nascimento e Silva 107” e “Corrientes, tres, cuatro, ocho”, Gessinger amplia a reflexão, mostrando que, apesar de vivermos cercados por números, as experiências mais profundas da vida, como o amor, estão além do que pode ser contado ou medido.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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