
A.E.I.O.U
Humberto Gessinger
Renovação e simplicidade em “A.E.I.O.U” de Humberto Gessinger
Em “A.E.I.O.U”, Humberto Gessinger utiliza as vogais como símbolo de simplicidade e retorno às origens. O título e o refrão central remetem ao alfabeto básico da língua, sugerindo que, para encontrar novos sentidos na vida, é preciso revisitar o essencial. Isso fica claro no trecho “Reescrever todos os sentidos, significados / De toda e qualquer palavra”, que propõe desapegar de conceitos antigos e reconstruir a compreensão a partir do básico.
A colaboração entre Gessinger e Duca Leindecker, marcada por experiências anteriores em projetos como Pouca Vogal, reforça o clima de introspecção e renovação. A letra sugere um recomeço não só na linguagem, mas também nas emoções e na existência, como em “Reescrever desde menino / O pó da terra, o sol do mato, o céu azul anil / O afeto que encerra em nosso peito”. Aqui, há uma valorização das experiências simples da infância e da natureza, indicando que a verdadeira renovação está em recuperar sentimentos e memórias fundamentais. O verso “Reescrever o A E I O U / De dó, acorde primeiro” faz ainda uma referência musical, já que “dó” é a nota inicial da escala, reforçando a ideia de recomeçar do início, tanto nas palavras quanto na música e na vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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