Mudança e ação diante da incerteza em “Bora”
Em “Bora”, Humberto Gessinger aborda a fragilidade das certezas e símbolos que antes pareciam permanentes. Ao mencionar elementos como “a camiseta do AC/DC” e “a bandeira hasteada a meio pau”, o artista usa referências culturais e nacionais para mostrar como identidades, tanto pessoais quanto coletivas, podem se transformar ou perder o sentido com o tempo. O tom irônico aparece em versos como “O que estava escrito em pedra / Mesma merda, lesma lerda, dissolveu”, indicando que nada é realmente fixo e que até o que parecia eterno pode se desfazer diante das mudanças.
O refrão, com o convite “Bora, chegou a hora”, é um chamado direto para agir e superar a paralisia diante das transformações. Imagens como “à luz da aurora boreal” e “há uma ponte pro horizonte no teu quintal” reforçam a ideia de que novas oportunidades estão próximas, bastando disposição para enxergá-las. O contexto do álbum “Insular” e a relação com a trajetória dos Engenheiros do Hawaii mostram que Gessinger continua refletindo sobre a transitoriedade das certezas, mas agora com uma postura mais pragmática, incentivando o ouvinte a se adaptar e agir, em vez de se apegar ao passado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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