
Das Tripas Coração
Humberto Gessinger
Resiliência e transformação em "Das Tripas Coração"
Em "Das Tripas Coração", Humberto Gessinger utiliza o ditado popular que dá nome à música para enfatizar o esforço necessário diante das adversidades. A expressão aparece no refrão e serve como símbolo da resiliência, mostrando como é possível superar situações difíceis mesmo quando tudo parece estar contra. Isso fica claro nos versos “Parecia inevitável / Hoje parece pouco provável”, que ilustram a mudança de perspectiva diante dos desafios.
A letra aborda a transformação como algo inevitável e essencial para o crescimento pessoal. Gessinger recorre à metáfora “da água pro vinho” para representar mudanças profundas e positivas. O trecho “Águas passadas não movem moinhos / Águas paradas também não” reforça a ideia de que tanto o apego ao passado quanto a estagnação impedem o avanço, incentivando a busca por renovação. Mesmo sem explicar de onde vem a esperança, o artista afirma: “A certeza que eu tenho não sei de onde vem / Mas vem, sempre vem, a transformação”, transmitindo confiança de que a superação é possível. Assim, a música se destaca por sua mensagem de esperança e pela valorização da capacidade de se reinventar diante das dificuldades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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