
Quantas Vezes Vi
Hungria
Orgulho e resistência na periferia em “Quantas Vezes Vi”
Em “Quantas Vezes Vi”, Hungria retrata o cotidiano da periferia com uma abordagem direta e envolvente. A repetição da frase “Quantas vezes vi...” logo no início da música reforça como as situações descritas fazem parte da rotina e da memória coletiva da comunidade. O refrão traz frases como “O chão tremer com o som...aqui” e “Aqui tem sangue bom...aqui”, que destacam tanto a potência dos sistemas de som nos carros quanto a força e união das pessoas do bairro. Esses elementos são símbolos marcantes da cultura local, mostrando como a música, os carros e as festas funcionam como formas de resistência e celebração diante das dificuldades enfrentadas diariamente.
A letra também aborda os desafios da vida na periferia, como a presença constante da polícia (“logo os polícia embaça”, “Polícia me persegue esse ali ta errado”) e o risco de envolvimento em situações perigosas (“dinheiro e revolve”). Apesar disso, há um tom de superação e busca por alegria, seja nas festas, nos encontros na praça ou no prazer de ver o “chão tremer” com o som. As imagens de carros rebaixados, festas noturnas e personagens típicos da quebrada (“os vagaba só de 18 kilate”, “mulequim do gueto de aro 17”) reforçam a identidade e o senso de pertencimento. Frases como “A vida é pra curtir, eu sei, o tempo é curto” revelam uma filosofia de aproveitar o momento, mesmo diante das adversidades. Assim, Hungria mistura orgulho, crítica social e celebração da vida, traduzindo o espírito das periferias brasileiras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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