
Eva
Hungria
“Eva”: tentação, fumaça, fama e lealdade na pista
Em “Eva”, Hungria, em parceria com Papatinho no projeto Papatracks (lançada em 23/01/2024), transforma símbolos do Éden em gíria de pista. O refrão “Leva Eva” opera em duplo sentido: remete à personagem bíblica, citada com Adão e a “maçã”, e soa como “erva”, reforçado por “Pode chamar de jardineiro / Que conta as folha e fuma as flores do jardim”. Trechos como “as bunda de maçã” e “avisa que o Adão chegou pra morder” deslocam a tentação do paraíso para a noite: a maçã vira corpo, a mordida vira conquista. O jogo “Leva Eva” também ecoa “leva erva”, sugerindo levar a fumaça por onde a noite corre — prazer, fuga e poder em uma só imagem.
A espinha dorsal é a virada de vida. Ele sai do fundo do poço e chega à ostentação de “Contando forte dentro da Porsche / Lembrei do tempo do Opala e do Escorte”. O brilho atrai atenção e cobrança, mas nem todos entendem o preço: “Não sabe o preço da fama”. Hungria valoriza quem fecha junto e se blinda de quem ofusca. A rima “a vida era redonda / sem usar a quadrada” declara superação sem recorrer à arma, mantendo foco. E há critério no desejo: “Ambição é mais que dinheiro / Vários confundem o sabor de consumir”. No fim, “Eva” equilibra sedução, festa e fumaça como válvula de escape, com consciência do custo da fama e da lealdade que sustenta a conquista.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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