
Não Tenho Freio
Hungria
Liberdade e ousadia ao volante em “Não Tenho Freio”
"Não Tenho Freio", de Hungria, explora a relação intensa do artista com a direção, tratando o ato de pilotar como uma verdadeira forma de expressão. O verso “Pilotar é arte!” deixa claro que, para Hungria, dirigir vai além do simples controle do carro: é uma paixão que exige habilidade, coragem e criatividade. A música exalta a adrenalina das corridas de rua, e o refrão “Não tenho freio, e o motorzão gritou” funciona como metáfora para a disposição do cantor de ultrapassar limites, tanto na velocidade quanto em sua postura de vida sem restrições.
A letra destaca a sensação de poder e liberdade que Hungria sente ao dirigir, como nos versos “O asfalto é o império aonde eu virei rei” e “Velocidade me atiça, hoje eu que mando na pista”. O tema da rebeldia aparece em referências à fuga da polícia (“Os cana quer me pegar, mas as mulher também quer”) e ao orgulho de chamar atenção, seja das autoridades ou das mulheres. Expressões como “meu apelido é terror” e “quase a 200 por hora o pardal quase nem viu” reforçam a imagem de alguém que desafia regras e se sente invencível ao volante. Assim, a música mistura ostentação, desafio e prazer pela velocidade, retratando o universo das corridas de rua e a personalidade destemida do artista.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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