
PLAYBOY (part. Krawk)
Hungria
Superação e ostentação consciente em “PLAYBOY (part. Krawk)”
A música “PLAYBOY (part. Krawk)” de Hungria, com participação de Krawk, desafia o estereótipo tradicional do "playboy" ao mostrar que o luxo e a ostentação exibidos pelos artistas são resultado de esforço e superação, não de privilégios herdados. O verso “Hoje cês vão me chamar de playboy / Mas com razão” evidencia que o termo, antes usado de forma pejorativa, agora é assumido com orgulho, representando conquistas legítimas. O contexto reforça que tanto Hungria quanto Krawk enfrentaram dificuldades e críticas, e que o sucesso atual é fruto de dedicação, como Krawk destaca ao mencionar que sua família e amigos conhecem sua trajetória de luta.
A letra traz referências a carros de luxo (“Panamera black igual o cartão”, “Bugatti as Mazeratti”), bebidas caras (“encher essa piscina de Cîroc”) e bairros nobres (“4 Ap no Itaim”) para ilustrar o novo padrão de vida. No entanto, essas imagens de ostentação são equilibradas com lembranças das dificuldades passadas e a necessidade de estar atento à inveja e aos perigos do sucesso (“Atento pra quem deseja meu fim / Remédio pra comédia é Armlock”). Metáforas esportivas, como “Jogando que nem Neymar / Com pé do Cristiano Ronaldo”, reforçam a busca por excelência, enquanto menções à fé, como o escapulário e a oração, mostram a importância da proteção espiritual. Assim, “PLAYBOY” se torna um manifesto de autoconfiança e uma resposta direta a quem questiona o mérito de quem veio de baixo e conquistou seu espaço.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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