
Lida Campeira
Iedo Silva
Tradição e orgulho rural em “Lida Campeira” de Iedo Silva
“Lida Campeira”, de Iedo Silva, retrata com clareza e emoção o cotidiano do peão gaúcho, valorizando a rotina simples e o orgulho de pertencer à tradição rural do Rio Grande do Sul. Logo no início, versos como “Eu nasci numa querência, com cheiro de tradição / num rancho a beira da estrada, na costa de um capão” mostram a forte ligação do narrador com o campo e com os costumes herdados de gerações anteriores. A letra destaca atividades típicas da vida campeira, como domar potros, laçar bois e tirar leite das vacas, que representam não só o trabalho diário, mas também a identidade e os valores familiares transmitidos no ambiente rural.
O refrão “Bate os cascos meu cavalo, nos caminhos da fronteira / quero lembrar tudo isso, num domingo de carreira” reforça o sentimento de saudade e celebração das memórias, mostrando como os domingos eram momentos especiais para relembrar e valorizar a vida simples. O cavalo, figura central na cultura gaúcha, simboliza liberdade, parceria e conexão com a terra. Ao citar instrumentos como “cordeona e violão, chorando numa vaneira”, Iedo Silva também presta homenagem à música regional, que eterniza essas lembranças. Assim, a canção vai além da descrição do cotidiano: ela exalta a dignidade do trabalho, a importância da família e a força das tradições, transmitindo orgulho, gratidão e saudade por um tempo que, mesmo “se perdeu na poeira”, segue vivo na memória e na cultura gaúcha.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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