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Perdão - Pomba (Ordem Paranormal: HEXATOMBE)

IEL

Culpa e redenção em "Perdão - Pomba (Ordem Paranormal: HEXATOMBE)"

A música "Perdão - Pomba (Ordem Paranormal: HEXATOMBE)", de IEL, explora o conflito entre o trauma da sobrevivência e o peso da culpa vivido por Pomba, personagem do RPG "Ordem Paranormal: Hexatombe". O verso “A marca, então / A mesma que me deu foi a que tirou” faz referência direta ao ataque dos vampiros, evento que mudou radicalmente a vida de Pomba. Essa "marca" representa tanto a chance de sobreviver quanto a perda de sua antiga identidade e liberdade, já que ele passa a carregar cicatrizes físicas e emocionais profundas.

O desejo de "voar, sentir o ar no meu rosto / Planar sem o medo me alcançar" simboliza a busca de Pomba por recuperar a leveza e a coragem que perdeu após o massacre, mas também evidencia o medo constante que o acompanha. No contexto do RPG, Pomba enfrenta o estigma de desertor ao buscar refúgio com os Mascarados e carrega a responsabilidade de compartilhar informações importantes. O trecho “Eu devo morrer se o mais fraco eu matar” revela seu conflito moral: ele se recusa a sacrificar inocentes para sobreviver, mesmo em meio ao caos. O pedido de desculpas recorrente e a frase final “O Pomba cai morto na frente de vocês” reforçam o tom melancólico da música, mostrando que, apesar de sua luta interna, Pomba não consegue escapar de um destino trágico. A canção retrata a jornada de um personagem marcado pelo trauma, pela busca de redenção e pelo desejo de liberdade, mesmo diante do medo e da morte.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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