
Vaqueiro até Morrer
Iguinho e Lulinha
Orgulho e resistência sertaneja em “Vaqueiro até Morrer”
“Vaqueiro até Morrer”, de Iguinho e Lulinha, destaca a resistência do protagonista em manter sua identidade rural diante de críticas e pressões para mudar. O trecho “Começou a ver defeito no meu chapéu / Vivia reclamando até da minha bota” mostra como símbolos da cultura vaqueira, como o chapéu e a bota, são alvos de julgamento, representando tentativas de modificar quem ele é. Essa postura reflete a trajetória dos próprios artistas, que cresceram no sertão sergipano e foram influenciados pelo avô Zé Leobino, um vaqueiro reconhecido na região. O orgulho dessas raízes aparece em outras músicas da dupla, como “Origem de Matuto”.
A letra reforça o sentimento de pertencimento ao sertão e a fidelidade às próprias origens: “Eu nunca vou largar meu sertão / Mais fácil eu largar de você”. O sertão, nesse contexto, vai além de um local geográfico e se torna símbolo de liberdade, autenticidade e resistência. A frase “Seu coração vai comer poeira” indica que quem tentar mudar ou menosprezar esse modo de vida encontrará resistência. Assim, a música valoriza a cultura vaqueira e transmite uma mensagem clara sobre a importância de permanecer fiel a si mesmo, mesmo diante de pressões externas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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