
Ganhei Uma Barraca Velha
Ikaro Ogãn
Relações e respeito cultural em “Ganhei Uma Barraca Velha”
A música “Ganhei Uma Barraca Velha”, de Ikaro Ogãn, destaca como um presente simples pode carregar um significado profundo. O verso “O que é meu é da cigana, o que é dela não é meu” mostra uma relação marcada por respeito e generosidade. O narrador se dispõe a compartilhar tudo o que tem, mas reconhece que o que pertence à cigana permanece dela, evidenciando admiração e reverência. Essa dinâmica reflete valores presentes na cultura cigana, como o desapego material e a importância do compartilhar, mas também ressalta limites claros de pertencimento e respeito ao outro.
O refrão “Ciganinha puerê, puerê, puerá” traz um tom festivo e místico, evocando a musicalidade e o espírito livre do povo cigano. A repetição e simplicidade dos versos criam uma atmosfera ritualística, aproximando a canção de uma celebração tradicional. O presente da barraca velha, longe de ser algo sem valor, simboliza abrigo, acolhimento e a transmissão de algo ancestral. Dessa forma, a música transmite gratidão, respeito e conexão espiritual, ao mesmo tempo em que presta homenagem à cultura cigana e seus valores.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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