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Calles de Talcahuano (part. Los Bunkers)
Illapu
Ruas de Talcahuano (part. Los Bunkers)
Calles de Talcahuano (part. Los Bunkers)
Ruas de TalcahuanoCalles de Talcahuano
Morte no ar, mão com mãoMuerte en el aire, mano con mano
Gente de ouro buscando tempoGente de oro buscando tiempo
Para gastá-lo como deve ser gastoPara gastarlo como debe gastarse
Como disseram os anciãosComo dijeron los ancianos
Ruas de TalcahuanoCalles de Talcahuano
Vento que aperta, mãos tecendoViento que arrecia, manos tejiendo
Redes que pescam sonhos de irmãosRedes que pescan sueños de hermanos
O mar recolhe as sobras de outroraEl mar recoge las sobras de antaño
Para devolver o danoPara devolver el daño
Gira a vida inteiraGira la vida entera
Cruza fronteiras a primaveraCruza fronteras la primavera
Pedindo aos gritos, voz de grilosPidiendo a gritos, voz de grillitos
Morte à tristezaMuerte a la pena
Falo de outra eraHablo desde otra era
Quando no porto houve uma guerraCuando en el puerto hubo una guerra
Caíram filhos, mães e ferasCayeron hijos, madres y fieras
Línguas de mar engolem a terraLenguas de mar se tragan la tierra
Devolvem a mesma cenaDevuelven la misma escena
E a roda gira de novo (isso!)Y vuelta otra vez la rueda (¡eso!)
Sentimento!, isso, moreno¡Sentimiento!, eso, moreno
Isso, moreno!, isso, isso!¡Eso, moreno!, ¡eso, eso!
Sabor!, isso, isso, moreno¡Sabor!, eso, eso, moreno
E isso, issoY eso, eso
Com toda a alma, negãoCon toda el alma, negro
Sentimento!¡Sentimiento!
E isso!, isso, isso, isso, moreno¡Y eso!, eso, eso, eso, moreno
IssoEso
Essa, compadre, palmas!Esa, compadre, ¡palmas!
Isso, morenoEso, moreno
Com toda a alma, manda ver, paisano!¡Con toda el alma, zúmbale paisano!
Isso, issoEso, eso
E isso!¡Y eso!
Isso, negãoEso, negro
Palmas, palmas, palmas!¡Palmas, palmas, palmas!
Morrotes cortam de vezCerros cortan a cuajo
Barro com barro, quebram sapatosBarro con barro, rompen zapatos
Onde se escrevem velhos ditadosDonde se escriben viejos adagios
Ferro e mortos pedindo um atalhoHierros y muertos pidiendo un atajo
E assim arrastar os mistériosY así arrastrar los arcanos
Voltam, voltam os barcosVuelven, vuelven las barcas
Cruzam o céu, trazem o barcoCruzan el cielo, traen la barca
Lutas eternas, bichos estranhosLuchas eternas, bichos extraños
As esperanças não se perdem por nadaLas esperanzas no se pierden por nada
Sempre devolvem a outra faceSiempre devuelven la otra cara
Gira a vida inteiraGira la vida entera
Cruza fronteiras a primaveraCruza fronteras la primavera
Pedindo aos gritos, voz de grilosPidiendo a gritos, voz de grillitos
Morte à tristezaMuerte a la pena
Falo de outra eraHablo desde otra era
Quando no porto houve uma guerraCuando en el puerto hubo una guerra
Caíram filhos, mães e ferasCayeron hijos, madres y fieras
Línguas de mar engolem a terraLenguas de mar se tragan la tierra
E a roda gira de novoY vuelta otra vez la rueda
Álvaro López, um grande Los Bunkers (Los Bunkers)Álvaro López, un grande Los Bunkers (Los Bunkers)
Muito obrigado, Illapu, uma honra para mimMuchas gracias, Illapu, un honor para mí
Ter sido convidado, honradíssimoEl haber sido invitado, honradísimo
Muito obrigado, senhor RobertMuchas gracias don Robert
(Grande, grande)(Grande, grande)
(Grande) Los Bunkers(Grande) Los Bunkers



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