
Samba Enredo 1979 - Oxumaré, a Lenda do Arco-íris
G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense (RJ)
Oxumaré e ancestralidade em “Samba Enredo 1979 - Oxumaré, a Lenda do Arco-íris”
“Samba Enredo 1979 - Oxumaré, a Lenda do Arco-íris”, interpretado pela G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense (RJ), destaca a forte ligação entre Oxumaré, orixá do candomblé, e o arco-íris. A música explora a simbologia de Oxumaré como representante da transformação, da dualidade e do ciclo natural. Um trecho marcante, “menino vira menina / quando por baixo passar”, faz referência direta à lenda de Oxumaré, que possui natureza andrógina e simboliza tanto o masculino quanto o feminino. Essa passagem reforça a ideia de fluidez e renovação, mostrando Oxumaré como um agente de mudanças e equilíbrio entre opostos, conceito central na cosmologia afro-brasileira.
O samba-enredo também valoriza a cultura africana e sua influência no Brasil, especialmente por meio dos orixás e dos rituais do candomblé. Versos como “Bata palma mãe pequena / Batam palmas Iaôs” e “Firma ponto meu Ogan / No rufar do seu tambor” evocam o ambiente dos terreiros, destacando a importância dos líderes espirituais e da música nos cultos. O refrão “Arrobóboia, oxumarê” é uma saudação tradicional ao orixá, reforçando o tom de respeito e celebração. O desfile de 1979 da Imperatriz Leopoldinense levou para a avenida essa homenagem à ancestralidade africana, à natureza e à espiritualidade, transmitindo alegria, reverência e orgulho cultural através do samba.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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