
Lampião de Gás
Inezita Barroso
Memórias e saudade em “Lampião de Gás” de Inezita Barroso
Em “Lampião de Gás”, Inezita Barroso interpreta uma letra que transforma o lampião de gás em símbolo de uma São Paulo antiga, marcada pela simplicidade e pelo convívio de bairro. O verso repetido “Lampião de gás, quanta saudade você me traz” mostra que o objeto vai além do físico: ele representa um tempo que ficou para trás, especialmente a infância da compositora Zica Bérgami na Rua da Graça, no Bom Retiro. A “luzinha verde azulada” do lampião serve como ponto de partida para uma série de lembranças afetivas e cenas do cotidiano de uma cidade ainda tranquila, antes das grandes mudanças urbanas.
A letra reúne memórias como brinquedos de infância, brincadeiras de rua, personagens típicos como o “almofadinha” e o “vossoureiro”, e as guloseimas feitas pela “vovózinha muito branquinha”. Esses detalhes reforçam o tom nostálgico e aproximam o ouvinte de um tempo de inocência. Elementos como a “garoinha fria, fininha” e o “sabugueiro grande e cheiroso” criam uma atmosfera sensorial e íntima. No final, o verso “Agora cresceu, mas tudo morreu / Lampião de gás que saudade me traz” resume o sentimento de perda diante das mudanças da cidade, expressando a melancolia e a valorização da memória, marcas tanto de Zica Bérgami quanto de Inezita Barroso.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Inezita Barroso e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: