
Viola, Minha Viola
Inezita Barroso
A devoção à tradição em “Viola, Minha Viola” de Inezita Barroso
“Viola, Minha Viola”, interpretada por Inezita Barroso, destaca a relação íntima entre o artista e seu instrumento, colocando a viola como símbolo central da cultura caipira. A letra faz uma analogia marcante entre a religiosidade e a música, como no trecho: “No quadro da santa ceia / Doze apóstolos tem / A viola não é santa / Mas tem doze cordas também”. Aqui, a viola é elevada a um objeto de respeito, quase sagrado, refletindo o papel de Inezita como defensora da tradição rural brasileira.
O orgulho pela cultura caipira aparece de forma clara em versos como: “Essa viola divina / Das mãos de Deus é que fez / Quem não gosta de viola / Não gosta de Deus também”. A música associa a viola à espiritualidade e à identidade do interior, mostrando como a tradição musical é vista como parte essencial da vida. O contexto do programa “Viola, Minha Viola”, apresentado por Inezita, reforça esse papel de preservação cultural. Ao afirmar “Eu ganho a vida com ela” e “Enquanto existir viola / Cantador tem que viver”, a canção expressa tanto o sustento material quanto a missão de manter viva a tradição. Assim, a música se torna uma declaração de amor à viola e um tributo à resistência e continuidade da cultura popular brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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