
Marvada Pinga
Inezita Barroso
Humor e irreverência rural em "Marvada Pinga" de Inezita Barroso
"Marvada Pinga", eternizada por Inezita Barroso, se destaca por transformar o consumo exagerado de cachaça em motivo de humor e celebração, sem qualquer tom moralista. A letra descreve, de forma divertida, as trapalhadas da protagonista após beber, como nos versos: “Ali memo eu bebo, ali memo eu caio / Só pra carregar é que eu dô trabaio”. O exagero e a naturalidade com que ela encara as consequências da bebida reforçam o clima descontraído típico da música caipira.
O contexto histórico e cultural é essencial para entender a importância da canção. Composta em 1937, "Marvada Pinga" retrata um hábito comum do interior brasileiro e valoriza a figura feminina que desafia padrões, como quando a personagem ignora o conselho do marido: “Prosa de homem nunca dei valô / Bebo com o sor quente pra esfriar o calô”. As situações cômicas, como cair de diferentes formas e beber em qualquer recipiente, mostram como a pinga faz parte do cotidiano rural e da identidade do povo do interior, sendo celebrada sem culpa. A interpretação de Inezita Barroso, referência no folclore brasileiro, ajudou a popularizar essa visão leve e bem-humorada da cultura popular, tornando a música um verdadeiro símbolo do Brasil caipira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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