
Canção do Expedicionário
Inezita Barroso
Sentimento de união e saudade em "Canção do Expedicionário"
Em "Canção do Expedicionário", Inezita Barroso destaca a diversidade do Brasil ao citar diferentes paisagens logo nos primeiros versos. Trechos como “Venho do Morro do Engenho / Das selvas, dos cafezais / Da boa terra do coco” mostram como a música busca unir soldados de várias regiões, reforçando o orgulho nacional e o sentimento de pertencimento. Cada combatente é retratado como alguém que leva consigo as lembranças e características de sua terra natal, o que fortalece o vínculo entre os expedicionários e o país.
A canção foi composta para homenagear os soldados da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial e traz referências literárias, como a “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias, especialmente na imagem do “sabiá” e no desejo de voltar para casa. O refrão, “Por mais terras que eu percorra / Não permita Deus que eu morra / Sem que volte para lá”, expressa a saudade, a esperança e a fé dos soldados em retornar ao lar. Elementos do cotidiano militar, como “a mira do meu fuzil”, “a ração do meu bornal” e “a água do meu cantil”, aproximam o ouvinte da realidade dos combatentes. O “V que simboliza a vitória” representa tanto o objetivo militar quanto a esperança coletiva. Com seu tom nostálgico e respeitoso, a música se tornou um hino afetivo dos expedicionários, sendo mais popular que o hino oficial da FEB, como mostra o contexto histórico.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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