Rosinha
Inimigos do Ritmo
Ironia e crítica social em “Rosinha” dos Inimigos do Ritmo
Em “Rosinha”, do Inimigos do Ritmo, o tom irônico e debochado aparece logo no contraste entre o início da letra, que descreve de forma simples e até carinhosa a construção de uma casa modesta no cerrado, e o final abrupto, onde o narrador despreza tanto a casa quanto Rosinha. Os materiais humildes citados, como “pau a pique” e “eucatex”, além de detalhes como “quadrinhos presos com fita durex” e “fios pra todo lado”, reforçam a ideia de precariedade e improviso, mostrando uma vida simples, mas cheia de limitações e falta de recursos.
Essa atmosfera é completamente subvertida no refrão, quando o narrador revela sua verdadeira intenção: vender a casa, gastar o dinheiro de forma hedonista e abandonar Rosinha. O verso “E a rosinha que se foda / Eu vo mora no puteiro” deixa claro o desdém e a ironia, desmontando qualquer expectativa de romantismo ou compromisso. O contexto da banda, conhecida pelo humor ácido e direto, reforça essa leitura: Inimigos do Ritmo usa a música para satirizar promessas vazias e a busca egoísta por prazer, transformando Rosinha e a casa em símbolos descartáveis de um projeto de vida nunca levado a sério.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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