Tradução gerada automaticamente

Balada De Los Amantes Del Camino De Tavernay
Inti-Illimani
Balada dos Amantes do Caminho de Tavernay
Balada De Los Amantes Del Camino De Tavernay
O quarto onde mora minha rouxinolEl cuarto adonde habita mi ruiseñora
se alimenta com o barulho da minha demora,se nutre con el ruido de mi demora,
os cantos da rua estão se calandolos cantos de la calle se están plegando
e o mórbido relógio observa blasfemando.y el mórbido reloj mira blasfemando.
Depois a chuva levanta seus papagaiosDespués la lluvia encumbra sus volantines
e molha alguma estrela que agoniza entre violinosy moja alguna estrella que agoniza entre violines
e amontoa seus chicotes desgrenhadosy agolpa sus rebenques desmelenados
a anca do meu potro que não piafou.a la anca de mi potro que no ha piafado.
De noite tudo é claro se na sua cortinaDe noche todo es claro si en su cortina
ondula uma cintura que se adivinha,ondula una cadera que se adivina,
sacode seu lenço a mulher da manutençãosacude su pañuelo la manterasa
e acende os sinais por onde passay enciende las señales por donde pasa
meu atávico desvelo buscando abrigo.mi atávico desvelo buscando casa.
A cama onde espera minha boa moçaLa cama adonde espera mi buena moza
é morna como um ventre e é luminosa,es tibia como un vientre y es luminosa,
vindo da chuva e forçando portasviniendo de la lluvia y forzando puertas
percebo que sua vontade já está acordada.aprecio que su gana ya esté despierta.
A cama onde escorro minhas homenagensLa cama adonde escurro mis homenajes
é onde desterramos a barreira das roupas,es donde desterramos la barrera de los trajes,
é onde de algum modo sua luzes donde de algún modo su resolana
se apodera da minha língua tão soberana.se adueña de mi lengua tan soberana.
Lá nos respiramos com sorte à direita,Allí nos respiramos de diestra suerte,
lá nos abrigamos caso a morte venha,allí nos cobijamos por si la muerte,
lá eu lhe dou meus estertoresallí yo le regalo mis estertores
e lá ela me devora com mil amoresy allí ella me devora con mil amores
pegando do meu sangue as flores frescas.cogiendo de mi sangre las frescas flores.
A cama onde aninha sua polpa suaveLa cama donde anida su pulpa suave
e aquela onde ergue seu pescoço meu pássaroes esa donde yergue su cuello mi ave
e aquela onde estica seu jeito claroy aquella adonde estira su claro modo
me amando de perto e mordendo tudo.amándome de cerca y mordiendo todo.
Sua cama multiplica minha estaturaSu cama multiplica mi envergadura
que é a chave com a qual abro sua opulenta doçura,que es llave con la que abro su opulenta sabrosura,
que é fogo com o qual espanto seu frioque es fuego con el que echo su frío afuera
e aninho seu gemido quando eu quiser.y anido su gemido cuando lo quiera.
Vindo de tão longe estou tão profundo,Viniendo de tan lejos estoy tan hondo,
tão perto do seu interior e tão ao fundo,tan cerca de su dentro y tan al fondo,
tão ávido e completo, tão espremido,tan ávido y completo tan estrujado,
tão possessivo e pleno, tão aplicadotan posesivo y pleno tan aplicado
que quando o novo dia se aproxima, me levanta...que cuando el nuevo día se asoma me alza...
...Desangrado......Desangrado...



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