
Crepe
Irama
Feridas e superação em "Crepe" de Irama
Em "Crepe", Irama utiliza a metáfora das "crepes" (rachaduras) para abordar as marcas emocionais deixadas por um relacionamento que chegou ao fim. Inspirado pela técnica japonesa do kintsugi, que valoriza as cicatrizes em objetos quebrados, o artista transforma as imperfeições e feridas em símbolos de identidade e crescimento. O verso “Un pugno crea le crepe contro la parete” (Um soco cria rachaduras na parede) ilustra como a dor e a frustração se manifestam de forma visível, tanto no ambiente quanto no próprio eu, mostrando que essas marcas são inevitáveis e fazem parte da experiência humana.
A música também explora sentimentos de incredulidade e traição, especialmente quando Irama observa a ex-parceira com alguém que “un po' mi assomiglia” (um pouco se parece comigo). Isso sugere que, apesar das tentativas de substituição, o passado permanece presente e as cicatrizes emocionais não desaparecem facilmente. O trecho “Hai lasciato le crepe in me contro la parete” (Você deixou rachaduras em mim contra a parede) reforça a ligação entre o kintsugi e o impacto da separação, mostrando que Irama não esconde suas feridas, mas as assume como parte de sua trajetória. A canção destaca a autenticidade e a vulnerabilidade como elementos essenciais, valorizando as imperfeições como parte do processo de amadurecimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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