
Violeiro Bom de Pagode
Iridio e Irineu
Orgulho rural e humor em "Violeiro Bom de Pagode"
Em "Violeiro Bom de Pagode", Iridio e Irineu exaltam o orgulho das raízes rurais e a escolha consciente pela vida simples. A recusa em trocar a cabana por uma mansão e a valorização da "vida modesta" mostram que, para eles, a felicidade está ligada à autenticidade do interior, não ao luxo da cidade. O verso “Não posso ir embora / Eu não deixo meu sertão” deixa claro o apego ao campo, mesmo diante de dificuldades como a peneira furada ou o pilão quebrado. Esses detalhes do cotidiano reforçam que a alegria do sertanejo está na rotina e na simplicidade.
A música também traz um humor típico do interior, usando frases como “No planeta dos macacos / Vitamina é banana” e “Na terra dos cachaceiros / Lavoura boa é cana”. Essas expressões brincam com elementos da cultura popular e da economia rural, aproximando o ouvinte desse universo. No final, a viola e o pagode ganham destaque como símbolos da identidade sertaneja e fonte de alegria: “Eu passo a mão na viola / E sai da minha cachola / Dois pagodes por semana”. O histórico da dupla, sempre ligada à valorização das tradições do campo, reforça a mensagem de que a verdadeira riqueza está no trabalho, na música e na convivência comunitária.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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