Eu, a Viola e Deus
Isaac Brasil
Solidão e fé na jornada de “Eu, a Viola e Deus”
Em “Eu, a Viola e Deus”, Isaac Brasil retrata a solidão do violeiro como uma escolha de vida ligada à busca de sentido e pertencimento nas raízes da música caipira. O verso “Eu vim me embora e na hora cantou um passarinho / Porque eu vim sozinho, eu a viola e Deus” mostra que, para o protagonista, a companhia da viola e a fé em Deus substituem a presença de outras pessoas. Isso reforça a ideia de que a música e a espiritualidade são suficientes para enfrentar as incertezas do caminho.
O desejo de encontrar “um amor que é das velhas toadas canções” conecta a busca afetiva à tradição musical, sugerindo que o amor ideal é aquele que compartilha o universo das modas de viola e das histórias do sertão. Imagens como “velho estradão”, “marcas do meu coração” e “catiras de uma mulher” evocam nostalgia e saudade, celebrando a cultura caipira e suas danças. A canção destaca que a jornada solitária do violeiro é típica desse universo, marcada pela herança cultural e pela fé. O ciclo de partida e chegada, sempre acompanhado apenas pela viola e por Deus, reforça o tom intimista e resignado da música, ao mesmo tempo em que valoriza a simplicidade e a dignidade dessa vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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