
Na Hora de Pôr a Mesa
Isabella Bretz
Memória e afeto familiar em “Na Hora de Pôr a Mesa”
“Na Hora de Pôr a Mesa”, interpretada por Isabella Bretz a partir do poema de José Luís Peixoto, aborda de forma sensível como a ausência física dos familiares não elimina sua presença emocional. No trecho “Hoje na hora de pôr a mesa, somos cinco / Menos a minha irmã mais velha que está / Na casa dela, menos a minha irmã mais / Nova que está na casa dela, menos o meu / Pai, menos a minha mãe viúva”, a letra mostra que, apesar das mudanças trazidas pelo tempo, casamentos e perdas, a memória dos entes queridos continua ocupando um espaço importante no dia a dia.
O álbum “Canções Para Abreviar Distâncias” reforça essa ideia ao propor a música como uma ponte entre tempos, lugares e pessoas, celebrando a diversidade da língua portuguesa e os sentimentos universais ligados à família. A canção transforma o simples ato de pôr a mesa em um ritual de lembrança e pertencimento. Quando o eu lírico diz “cada um deles é um lugar vazio nesta mesa onde como sozinho”, fica claro que a ligação afetiva permanece, mesmo diante da solidão. A frase “Seremos sempre cinco / Enquanto um de nós estiver vivo” sintetiza a mensagem central: a família continua viva na memória e no coração, tornando a ausência uma presença constante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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