
Vida de Artista
Itamar Assumpção
Ironia e cotidiano na música "Vida de Artista" de Itamar Assumpção
Em "Vida de Artista", Itamar Assumpção usa a ironia para mostrar como a rotina do artista está longe do glamour idealizado. Ele cita profissões variadas, como "motorista", "datiloscopista", "peão boiadeiro" e "tropicalista", para destacar que quem vive de arte precisa se reinventar constantemente e assumir diferentes papéis para sobreviver. Essa multiplicidade de funções revela que a vida artística é marcada por adaptações e desafios práticos, muitas vezes distantes da imagem romântica do artista.
A letra tem um tom leve e bem-humorado, reforçando a ideia de que o artista é um "equilibrista" diante das incertezas do dia a dia, além de ser "cozinheiro de dia, massagista à noite" para lidar com as necessidades cotidianas. O verso “Sou galo no meu terreiro / Nos outros abaixo a crista” brinca com a autoconfiança que só aparece em ambientes familiares, enquanto “Me calo feito mineiro” sugere a sabedoria de saber quando se recolher. O contexto da Vanguarda Paulista, movimento do qual Itamar foi um dos principais nomes, está presente na postura independente e na recusa em se limitar a um único papel. Assim, a música valoriza a versatilidade e a resiliência do artista brasileiro, mostrando que a verdadeira arte está em saber se adaptar a qualquer situação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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