
Caminhando e cantando
Ivan Lourenço
Resistência e união em "Caminhando e cantando" de Ivan Lourenço
"Caminhando e cantando", de Ivan Lourenço, se destaca por transformar uma mensagem de resistência política em um chamado coletivo à ação, mesmo em meio à censura e repressão. O verso “quem sabe faz a hora, não espera acontecer” virou um lema durante a ditadura militar, incentivando as pessoas a não se acomodarem diante das injustiças, mas a se unirem e agirem para mudar a realidade. O contexto histórico da música, marcado pela perseguição a Geraldo Vandré e sua proibição pelo regime, reforça o peso de cada palavra como símbolo de coragem e esperança.
A letra usa imagens simples e diretas para transmitir união e igualdade, como em “somos todos iguais, braços dados ou não” e “nas escolas, nas ruas, campos, construções”, mostrando que a luta pertence a todos, independentemente do lugar ou condição. A metáfora das flores vencendo o canhão sugere a vitória da paz e da esperança sobre a violência e a opressão. Já a menção aos soldados “amados ou não” e “quase todos perdidos de armas na mão” critica a alienação e o sofrimento impostos pelo regime. Ao repetir o refrão, a música reforça a urgência da participação ativa, inspirando gerações a acreditarem na transformação coletiva e na construção de uma nova história.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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