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Juízo Final / Canto das Três Raças

Ivete Sangalo

Esperança e resistência em “Juízo Final / Canto das Três Raças”

Na interpretação de “Juízo Final / Canto das Três Raças” no projeto "Ivete Clareou", Ivete Sangalo une dois clássicos do samba para criar uma mensagem poderosa de esperança e denúncia social. Em “Juízo Final”, versos como “O Sol há de brilhar mais uma vez” e “O amor será eterno novamente” expressam a confiança em dias melhores e na superação do sofrimento. A ideia de "juízo final" aqui não se limita ao fim dos tempos, mas representa um momento de transformação, em que o bem prevalece e a maldade é superada.

Ao passar para “Canto das Três Raças”, a música amplia o foco para a história do Brasil, destacando a dor e a resistência dos povos indígenas, negros e europeus. Trechos como “Desde que o índio guerreiro foi pro cativeiro” e “Negro entoou um canto de revolta pelos ares” trazem à tona o sofrimento causado pela escravidão e opressão, mas também ressaltam a luta e a resiliência desses povos. As referências ao Quilombo dos Palmares e aos Inconfidentes reforçam a ideia de resistência coletiva diante das injustiças. Ao unir essas canções, Ivete Sangalo não só homenageia Clara Nunes e a tradição do samba, mas também propõe uma reflexão sobre esperança e justiça social, conectando passado e presente na busca por um Brasil mais justo.

Composição: Élcio Soares / Nelson Silva / Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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