
Gula - Subaru natsuki (Re:Zero IF)
Ivou Music
“Gula - Subaru natsuki (Re:Zero IF)” e a fome por si
Em “Gula - Subaru natsuki (Re:Zero IF)”, Ivou Music transforma a “gula” em fome de identidades e lembranças. O refrão “Quem eu sou?” soa menos como dúvida e mais como plano: reconstruir o eu roubando memórias, mesmo que isso exija “pilhas de corpos”. Ancorada em Subaru Natsuki e numa rota IF de Re:Zero, a letra amplifica sua crise existencial: se pessoas são “livros”, matar vira método para “lembrar”. Os versos “Pessoas são como livros fechados”, “No livro dos mortos / Memórias dos corpos” e “Apenas um pedaço de você” conectam diretamente ao pecado de Gula do universo da obra, onde se devoram nomes e lembranças — aqui, como metáfora de canibalizar vidas alheias para recuperar a versão perdida do protagonista.
A narrativa é fria e linear: ele obedece às vozes — “Mate” —, se desumaniza (“Desumano me torno”), instrumentaliza aliados (“meu servo tão fiel”) e mira alvos máximos, como o “Santo da espada” (referência ao Sword Saint), tentando derrubá-lo com “um flash de luz”. O motivo de “voltar da morte” explicita o Retorno pela Morte de Subaru, distorcido: morrer e matar viram ferramentas para editar a própria biografia. O tempo rachado — “Pra mim o tempo parou / Mas ele só continuou” — reforça obsessão e culpa entorpecida. No fim, a identidade surge frágil e negociada pela força: “minha gula” consome memória e moralidade, cobrando o preço de virar agente de esquecimento e massacre para preencher o vazio que move o personagem.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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