
Reggaetón
J Balvin
A celebração do gênero e da cultura em “Reggaetón” de J Balvin
Em “Reggaetón”, J Balvin transforma a repetição do refrão em uma declaração de entrega ao público, mostrando que o gênero existe para atender ao desejo coletivo de festa e celebração. Ele faz questão de citar nomes clássicos do reggaetón, como Tego Calderón e Daddy Yankee, conectando sua música às raízes e à tradição do estilo. Essa escolha reforça o respeito de Balvin pela história do gênero e sua intenção de manter viva a essência do reggaetón.
A letra destaca o poder do reggaetón de unir pessoas e criar um clima de diversão. Trechos como “Y si el pueblo pide (reggaetón, reggaetón) / No se lo voy a negar” (“E se o povo pedir (reggaetón, reggaetón) / Não vou negar”) mostram Balvin como alguém que entende e responde ao desejo do público. A música é uma homenagem ao reggaetón clássico dos anos 90 e 2000, evidenciada pelas menções a artistas marcantes e pelo uso de expressões típicas do gênero, como “hasta abajo” (dançar até o chão) e “bajo fuerte como ron” (batida forte como rum), que remetem à cultura caribenha.
Além disso, Balvin explora a sensualidade e a energia das festas, com frases como “ese booty, pégalo” e “El reggaetón las pone freaky”, que reforçam o clima descontraído das pistas de dança. Ao repetir “Dios bendiga el reggaetón, amén” (“Deus abençoe o reggaetón, amém”), ele eleva o gênero a um status quase sagrado para quem vive essa cultura. Assim, a faixa reafirma a importância do reggaetón como expressão autêntica das ruas e da identidade latina.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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