
Olhe a Chuva Chuvendo
Jacinto Limeira
Romance e cotidiano nordestino em “Olhe a Chuva Chuvendo”
“Olhe a Chuva Chuvendo”, de Jacinto Limeira, transforma um momento simples do cotidiano — a chegada da chuva — em um cenário para o romance. O narrador aproveita a situação para se aproximar da “morena”, pedindo insistentemente que ela abra a porta, como nos versos “que eu to me molhando”. Esse pedido revela tanto o desejo de estar junto quanto a urgência e espontaneidade típicas do forró, que valoriza cenas do dia a dia nordestino.
O refrão repetitivo e o uso frequente da palavra “ligeiro” reforçam a ansiedade do narrador, que não quer apenas se proteger da chuva, mas também demonstrar carinho, como no verso “que eu quero dar um beijinho”. Já o trecho “O que houve entre nós / Não diga nada a ninguém” sugere um romance vivido de forma discreta, talvez até proibida, mas intenso e exclusivo, evidenciado em “que eu nasci só pra você / E você só pra mim também”. Lançada originalmente em 1975 e relançada digitalmente em 2021, a música mantém viva a tradição do forró romântico, mostrando como temas simples e afetivos continuam a tocar diferentes gerações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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