
Disparada
Jair Rodrigues
A luta por liberdade e dignidade em “Disparada”
A música “Disparada”, interpretada por Jair Rodrigues, utiliza a figura do boiadeiro como uma metáfora para a situação dos trabalhadores explorados no Brasil. O verso “Na boiada já fui boi, mas um dia me montei” marca o momento em que o personagem deixa de ser apenas conduzido, como o gado, e passa a assumir o controle da própria vida. Essa mudança simboliza a rejeição do papel de submissão imposto pelas estruturas sociais.
Composta durante a ditadura militar, “Disparada” ganhou força como um hino de protesto. A letra compara a vida dos trabalhadores à do gado, que é “marcado, tangido e abatido”, mostrando como são tratados sem autonomia ou dignidade. No entanto, o trecho “Mas com gente é diferente” destaca o ponto de ruptura: a música denuncia a desumanização e afirma a necessidade de resistência. O personagem percebe que não pode mais aceitar a exploração e escolhe trilhar seu próprio caminho, mesmo que isso signifique se afastar dos poderosos. A interpretação intensa de Jair Rodrigues reforça a mensagem de liberdade e coragem, transformando “Disparada” em um símbolo da luta por dignidade e autonomia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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